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Projeto incentiva “adoção” de vereadores
Alessandra Mello – Estado de Minas
Que tal adotar um vereador e acompanhar todos os seus passos, gastos com verbas indenizatórias e projetos até o fim de seu mandato? Essa é a proposta do projeto Adote um vereador, que usa a internet como ferramenta para que os cidadãos possam fiscalizar os políticos. Idealizada inicialmente pelo Instituto Ágora em Defesa do Eleitor e da Democracia, ela tem sido adotada por eleitores e também organizações não governamentais (ONGs), como o Movimento Voto Consciente, que há 22 anos acompanha o trabalho do Legislativo paulista, e a Transparência Brasil, que tem dado força para disseminar a ideia, que já faz sucesso nos Estados Unidos e Inglaterra.
Surgida em janeiro deste ano, inicialmente na capital paulista, onde 17 dos 55 vereadores já foram adotados, a ideia está aos poucos se expandindo para outros estados, mas em Minas Gerais até hoje nenhum foi adotado. Quem se habilita? Pela proposta, os interessados escolhem os vereadores de sua cidade para acompanhar durante todo o mandato e se cadastram na Wiki, uma plataforma de uso coletivo na internet, onde são reunidos os links e informações dos “adotados” para quem quiser acompanhar. Leia o resto deste post »
CIDADE SUJA: Vereadores de SP mudam lei e liberam pichação eleitoral na cidade
SÃO PAULO – Pouco mais de um ano depois de aprovar a proibição da pintura de muros da cidade com propaganda eleitoral, os vereadores paulistanos revogaram a medida. Um projeto de lei que anula artigos da lei 14.806, de 4 de julho de 2008, passou, em segunda e definitiva votação, na noite desta quarta-feira, na Câmara Municipal. O texto irá para as mãos do prefeito Gilberto Kassab, que pode sancioná-lo ou vetá-lo.
Apenas os vereadores Domingos Dissei (DEM), autor da proposta de proibição, e Gilberto Natalini (PSDB) votaram contra o projeto. O novo texto é de autoria do presidente da Câmara, Antonio Carlos Rodrigues (PR), de Celso Jatene (PTB) e do ex-vereador Farhat (PTB), que não foi reeleito no ano passado.
A lei em vigor proíbe todo o tipo de propaganda em muros da capital, mas deixa clara a restrição às pinturas com objetivos eleitorais em seu artigo 6.
O projeto que deu origem à lei havia sido aprovada na Câmara pouco antes das eleições. O texto prevê multa de R$ 3 mil, que dobra em caso de reincidência para os infratores.
A avaliação, na época, é que os vereadores que buscavam a reeleição seriam menos prejudicados do que quem tentava conseguir um vaga na Câmara pela primeira vez. O primeiro grupo já seria conhecido do eleitor e não teria tanta necessidade de expor o seu nome.
A lei do ano passado chegou a ser contestada por especialistas, que viam conflito com a legislação eleitoral.
A proibição da propaganda em muros servia como reforço à filosofia da Lei Cidade Limpa, que vigora em São Paulo desde 2007. Ela proibiu outdoors pela cidade e restringiu as propagandas nas fachadas e calçadas, assim como a distribuição de panfletos e placas. Os paulistanos aplaudiram a mudança, que reduziu a poluição visual na cidade. É considerada uma das medidas mais bem-sucedidas do prefeito Gilberto Kassab.
Do Diário de SP
Câmara propõe liberar fretado na Faria Lima
Proposta é do PSDB e de partidos de oposição -PT e PC do B-, que somam 26 dos 28 votos necessários para aprovar as mudanças
Para os vereadores, a avenida se enquadra na exceção adotada pela prefeitura na Berrini, pois ambas não têm metrô
EVANDRO SPINELLI
DA REPORTAGEM LOCALA Câmara vai flexibilizar as restrições aos ônibus fretados impostas pela gestão Gilberto Kassab (DEM). Uma das propostas que devem ser incluídas no acordo para aprovação do projeto na Casa é a liberação do tráfego desses veículos na av. Brigadeiro Faria Lima.
A proposta foi encampada pelo PSDB e pelos partidos de oposição -PT e PC do B- que, juntos, chegam a 26 votos. São necessários 28 para aprovar as mudanças.
O resultado da pesquisa Datafolha que mostra que a maioria da população é contra a restrição deve facilitar o trabalho de atrair vereadores de outras legendas para a ideia de flexibilizar as regras. Discute-se ainda a criação de uma comissão para julgar as exceções e a redução do horário da restrição, hoje das 5h às 21h.
As novas regras para os fretados entraram em vigor em 27 de julho. Após protestos de usuários, que chegaram a fechar a marginal Pinheiros, a prefeitura recuou e liberou o tráfego dos ônibus pela av. Luiz Carlos Berrini sob o argumento de que lá não há metrô. Como a Faria Lima também não tem metrô, tucanos e oposição pedem equiparação.
Hoje será fechado o acordo para a votação do projeto. O governo apresentará sua proposta no início da tarde. A votação está marcada para amanhã. Mas, se houver acordo com todas as bancadas, o tema pode até ir a plenário hoje.
O projeto foi aprovado na semana passada em primeiro turno com votação simbólica. Embora não tenha havido votação nominal, os vereadores do PT pediram para registrar o voto contrário da bancada.
O governo tem pressa em aprovar o projeto porque teme uma eventual decisão judicial contra as restrições. Um recurso do Transfretur (sindicato das empresas de fretamento) que está para ser julgado no Tribunal de Justiça aponta que a medida só poderia ter sido definida por lei, e não por portaria do secretário dos Transportes, como ocorreu.
Relação entre sociedade e vereadores é tema de seminário
Movimento Nossa São Paulo e Câmara Municipal promovem 1º seminário para discutir as relações da sociedade civil e os vereadores
O que a sociedade civil espera da Câmara Municipal de São Paulo e quais as limitações do processo legislativo? Estas e outras perguntas estarão na pauta de discussões do 1º seminário promovido pelo Movimento Nossa São Paulo em parceria com seis líderes de partidos políticos representados na Casa, que acontece no dia 8 de junho, das 9h30 às 13h, no Auditório Prestes Maia.
Tendo como tema “A relação entre a sociedade civil e o Legislativo Municipal”, o seminário será uma excelente oportunidade para os cidadãos exporem suas expectativas em relação ao papel dos vereadores na construção de uma cidade justa e sustentável, além de conhecerem melhor o funcionamento da Câmara e o que pensam os vereadores sobre as cobranças da população. No evento, também poderão ser apresentadas sugestões para melhorar e valorizar o trabalho dos vereadores.
A ideia de realizar o seminário surgiu durante reunião, ocorrida no dia 25 de março, entre o Movimento Nossa São Paulo e nove líderes partidários que participaram do diálogo sobre temas de interesse da cidade, como a Lei do Programa de Metas.
Dos nove líderes que estiveram naquele encontro, seis aceitaram promover o seminário. São eles: Atílio Francisco (PRB), Carlos Bezerra (PSDB), Claudio Fonseca (PPS), Eliseu Gabriel (PSB), Jamil Murad (PCdoB) e João Antonio (PT). O evento é aberto à participação popular e de entidades da sociedade civil.
1º Seminário sobre relações entre sociedade civil e os vereadores
Data: 08/06 (segunda-feira)
Horário: das 9h30 às 13h
Local: Câmara Municipal de São Paulo – auditório Prestes Maia (1º andar)
Endereço: Viaduto Jacareí, 100 – Centro
Convidei o ver. Antonio Carlos Rodrigues a participar, aguardemos sua presença.
Barba e cabelo, a Cobrança, Protógenes e PCdoB e mais da câmara de São Paulo
Você precisa saber
Roberto Fonseca, roberto.fonseca@grupoestado.com.br
BARBA E CABELO NA CÂMARA
“Quórum” recorde na votaçãoApós semanas de pauta “travada”, o dia de ontem espantou até observadores de longa data da Câmara Municipal. O prefeito Gilberto Kassab (DEM) conseguiu aprovar, de uma vez, dois projetos polêmicos na Casa: a concessão do serviço de saneamento da capital à Sabesp e a política municipal de mudanças climáticas.
No primeiro caso, o placar a favor foi de 53 dos 55 vereadores. Mesmo a bancada do PT, na oposição, aprovou a proposta. No segundo projeto, 51 vereadores foram pela aprovação.
Questionado sobre a “calmaria” na aprovação dos projetos – a oposição chegou a abrir mão de 16 minutos de discussão sobre as mudanças climáticas -, petista resumiu: “Não havia muito a fazer. Os projetos têm itens de consenso e o governo fez mudanças pedidas pela Câmara. Usar o resto da discussão só adiaria a votação em minutos. Se fizer oposição a tudo, a bancada se isola”.
Agora, vem a cobrança
A aprovação dos projetos deve fazer Kassab ouvir muita reclamação. A bancada do PSDB, que na terça resistia a votar, ontem apoiou as propostas. Mas acertou jantar com o prefeito – provavelmente na semana que vem. Na pauta, críticas à perda de espaço no governo, e provável cobrança de novas participações. Antes da votação, tucanos e Centrão trocavam acusações sobre “acertos” de cargos com o governo.
DE OLHO EM 2010
Protógenes encontra comunistasAmeaçado de expulsão da Polícia Federal e de olho na eleição à Câmara dos Deputados em 2010, o delegado Protógenes Queiroz esteve ontem na Câmara Municipal. Se reuniu com caciques do PC do B Jamil Murad e Nádia Campeão. A coluna apurou que o encontro tratou de um eventual ingresso de Protógenes na legenda. Ele também conversa com PSOL – que tem realizado manifestações a seu favor no caso da Operação Satiagraha -, PSB e PDT. Em breve, o PMDB deve entrar na lista.
ATÉ PARA COPA DE 2014
Câmara vive “frenesi” de frentesComo já ocorre na Assembleia, a Câmara multiplica criação de frentes parlamentares. Em 2009, já há 5: as de defesa da zona leste, do conselho de representantes, da moradia, dos mananciais e da reciclagem. Só ontem, mais 3 foram propostas: pela implantação da Universidade Federal Zona Leste, de acompanhamento de obras da Copa de 2014 e do desenvolvimento da região noroeste. Haverá quorum em todas?
RECURSO PÓSTUMO
O “tempo próprio” da JustiçaO Tribunal Superior Eleitoral suspendeu recurso do deputado federal João Herrmann Neto (PDT), que pede cassação dos mandatos de Guilherme Campos e Walter Iihoshi, do DEM, e Devanir Ribeiro (PT), alegando irregularidades na distribuição de cadeiras à Câmara em 2006. Eventual decisão, porém, será tardia: Herrmann Neto assumiu mandato em janeiro de 2009, faleceu em abril e deu lugar a Fernando Chiarelli.
Projetos aprovados na Câmara em primeira fase de discussão
Institui, no âmbito do Município de São Paulo, o Prêmio de Incentivo ao Jovem Autor, e dá outras providências.
FASE DA DISCUSSÃO: 1ª PR 38 /2005, do Vereador GOULART (PMDB)
Dispõe sobre a entrega anual de Salva de Prata aos 5 (cinco) bombeiros que mais se destacaram por atos heróicos, e dá outras providências.
DISCUSSÃO E VOTAÇÃO ÚNICAS
APROVAÇÃO MEDIANTE VOTO FAVORÁVEL DA MAIORIA ABSOLUTA DOS MEMBROS DA CÂMARA.
Dispõe sobre a institucionalização do marco legal do Programa Roda da Cidadania – Rede de Comércio Solidário da Cidade de São Paulo, e dá outras providências.
FASE DA DISCUSSÃO: 1ª PL 535 /2008, do Vereador ELISEU GABRIEL (PSB)
Altera a Lei nº 14.485, de 19 de julho de 2007, para incluir a Semana Municipal de Incentivo e Orientação ao Estudo e à Leitura, a ser realizada, anualmente, na segunda semana de abril, e dá outras providências.
FASE DA DISCUSSÃO: 1ª PL 41 /2008, do Vereador ABOU ANNI (PV)
Proíbe o estabelecimento das feiras livres em logradouros públicos atribuídos às linhas do transporte Coletivo Urbano de Passageiros, e dá outras providências.
FASE DA DISCUSSÃO: 1ª
Câmara Municipal de São Paulo quer ‘relaxar’ código ético
Em meio às denúncias contra o vereador Ushitaro Kamia (DEM), seus colegas de plenário decidiram não votar projeto polêmico, que revê – e em muitos casos amolece – o código de ética dos parlamentares, criado em 2003 junto com a corregedoria da Casa.
A proposta exclui item do código que considera infração ofensiva ao decoro parlamentar o fato de um vereador relatar matéria de interesse específico de pessoa física ou jurídica que tenha contribuído para o financiamento de sua campanha eleitoral. Hoje, por exemplo, vereador que recebeu doações de empresa do setor imobiliário poderia ser impedido de relatar a revisão do Plano Diretor, que mexe com questões como o adensamento de algumas áreas da capital. O JT já noticiou que integrantes da Comissão de Política Urbana receberam R$ 1,1 mi de firmas do setor em 2008.
A proposta ainda derruba item que considera infração à ética parlamentar o vereador, seu cônjuge ou empresas ligadas a ele contratarem com a administração (exceto em licitação).
O código também prevê atualmente que o vereador deve abster-se de usar o cargo em benefício próprio ou de terceiros. O projeto retira terceiros. Um dos parlamentares alega que a medida é necessária para evitar, por exemplo, que o eleito seja responsabilizado por erros de assessor.
O QUE MUDA
Hoje, é considerada infração ao decoro o vereador relatar projeto que afete interesse de empresa que tenha doado a sua campanha; o projeto derruba esse item.
Na regra atual, vereador, cônjuge ou empresas só podem firmar contrato com a administração em licitação. A restrição também cai
Em 5 Assembleias, cota de gastos supera a da Câmara
Alagoas lidera, com R$ 39 mil de verba indenizatória; na Câmara, são R$ 15 mil
Das 20 Casas legislativas que responderam à Folha, nenhuma divulga notas, e só 5 publicam nos sites os gastos de cada deputado
SÍLVIA FREIRE
FELIPE BÄCHTOLD
DA AGÊNCIA FOLHAEm pelo menos cinco Assembleias Legislativas do país, os deputados têm direito a uma cota de gastos que ultrapassa o valor da verba indenizatória da Câmara dos Deputados, que é de R$ 15 mil mensais.
Alagoas é o Estado com o valor mais alto. Cada um dos deputados pode gastar até R$ 39 mil por mês com despesas de custeio -como combustível, telefone, transportes, divulgação e escritórios políticos. Em Santa Catarina, a verba é de R$ 38 mil. A seguir, vêm Paraná (R$ 27 mil), Minas (R$ 20 mil) e São Paulo (R$ 19,8 mil).A exemplo do que ocorre em Brasília, faltam mecanismos de divulgação e transparência dos gastos. Das 20 Assembleias que responderam à Folha, nenhuma divulga notas ou nome dos fornecedores. Só cinco Casas (SP, ES, DF, RS e BA) publicam nos sites o gasto mensal de cada deputado. Entre as outras, as direções dizem que a prestação de contas nos sites está em fase de regulamentação.
Em Minas, cada um dos 77 deputados dispõe de R$ 20 mil mensais, além do salário de R$ 12.384 e de ajuda de custo de R$ 2.250 para moradia. É prevista indenização de gasto com manutenção de escritórios políticos, combustível, transporte, contratação de consultorias e até promoção de eventos.
No Rio, a cota de gastos com custeio inclui despesas mensais com 3.000 selos de R$ 0,60 para cada deputado -o total de gastos é de menos de R$ 7.000.No Distrito Federal, a verba da Câmara Legislativa é usada até para pagar “escritórios de representação”. Lá, assim como em quatro Estados (AM, GO, PE e TO), a verba foi fixada num valor equivalente a 75% do da Câmara (R$ 11,2 mil).
A maioria das Assembleias também concede ao deputado cotas para contratar funcionários comissionados. Em São Paulo, cada um dos 94 deputados pode gastar mais de R$ 86 mil com 16 servidores. Em Pernambuco, os sete integrantes da Mesa têm carro oficial.
Em Estados como ES, MS, PA e SC, o modelo de gasto com custeio é diferente do adotado na Câmara. Cada deputado tem uma cota máxima mensal de gastos com o gabinete e para o exercício do mandato. Os pagamentos são feitos diretamente pela Assembleia e os políticos não recebem indenizações.
A do Espírito Santo é uma das que mais limitam os gastos. A cota por deputado é de até R$ 7.800 por mês. No valor estão incluídos gastos com diárias, passagens, combustível, celular e correio. Em Mato Grosso do Sul, a cota é de R$ 25 mil.
A transparência dos gastos com verbas indenizatórias provocou polêmica na eleição para o Congresso no mês passado. Pressionados, deputados e senadores ampliaram a divulgação da prestação de contas. As Mesas da Câmara e do Senado, porém, estudam acabar com a verba e incorporá-la ao salário.
As Assembleias de sete Estados (AC, AP, CE, PB, SE, RR e RO) não responderam até sexta-feira aos questionamentos.
Câmara oferece serviço de busca no site para projetos e leis, em São Paulo
Um banco de dados enorme e rico de informações está à disposição dos paulistanos no site da Câmara Municipal, a partir deste mês. No serviço é possível encontrar curiosidades históricas como a formação da casa em 1892, na época abrigando 16 vereadores. Mas também tem os textos dos projetos de lei e documentos das comissões parlamentares de inquérito. A busca torna as informações da Câmara mais claras, o que vem sendo reclamado há algum tempo. (…)
Para acessar o serviço deve-se clicar no ítem “legislação”no Portal da Câmara e, em seguida, em “consulta avançada”. Há opção da “consulta simplificada” na qual se tem leis aprovadas desde 1996 e projetos desde 2001.
Para acompanhar a tramitação de projeto de lei o cidadão tem de acessar o ítem “processo legislativo”. A busca aqui é mais complicada pois é preciso ter o número do projeto para saber em que pé anda. Eu como não sabia quais os números dos projetos de lei que reduzem o período de recesso parlamentar na Câmara, não consegui a informação desejada.
A assessoria de comunicação da Câmara Municipal de São Paulo anuncia que, em breve, serão adotadas novos mecanismos para dar mais transparência aos trabalhos dos veredores.
Soninha Francine também respondeu
A Ver. Soninha votará contra o PL 406/07 por entender que as demais categorias profissionais também têm motivos sólidos para solicitar a isenção, desqualificando assim o rodízio municipal de veículos, que visa diminuir o transito na cidade de São Paulo.
A proibição é de 6 horas semanais, o que possibilita que a classe dos advogados, bem como as demais classes profissionais se organize para que o mesmo não prejudique a atuação na defesa dos seus clientes.
A Ver. Soninha postou sobre esse tema, clique aqui e leia o texto na íntegra.
Atenciosamente,
Roberta Rosa
Assessora de Relações Públicas
Gabinete Vereadora Soninha