Archive for Outubro 2009
Antonio Carlos Rodrigues responde sobre processo da AIB
Caro Joildo
Faço parte dos vereadores que receberam doação da Associação Imobiliária Brasileira – AIB e aguardo decisão do Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo
Estranho que a doação seja considerada ilegal. Em anos anteriores, a AIB fez doações eleitorais, que foram analisadas pela Justiça Eleitoral e consideradas regulares para candidatos à presidência, governos estaduais e deputados federais e estaduais.
Existe resolução do TRE/SP declarando que a Associação Imobiliária Brasileira – AIB, não se enquadra dentre as fontes vedadas.
Atenciosamente
Vereador Antonio Carlos Rodrigues
A homenagem e o “coronel”
O presidente da Câmara Municipal, Antônio Carlos Rodrigues (PR), promulgou ontem decreto legislativo que dá o título de cidadão paulistano a Carlos Marighella, militante de esquerda morto durante a ditadura, pelos “relevantes serviços prestados à comunidade”. Discussões à parte, na Casa havia uma curiosidade: como reagiria, se ainda fosse vereador, o ex-secretário de Segurança Pública Erasmo Dias.
PROMESSA ELEITORAL? Kassab eleva subsídio a ônibus
Kassab eleva subsídio a ônibus
Decreto publicado no Diário Oficial de ontem pelo prefeito Gilberto Kassab (DEM) aumenta em R$ 58 milhões o orçamento previsto para “compensações tarifárias”, ou o subsídio pago pela Prefeitura às viações de ônibus para, entre outras coisas, manter a passagem de ônibus em R$ 2,30.
O dinheiro virá de remanejamentos de outras áreas. O aumento da verba para subsidiar os custos das empresas de transporte equivale a quase 10% do orçamento previsto até o momento, de R$ 600 milhões. Durante a campanha eleitoral, Kassab havia prometido não “estourar” esse teto para manter o valor da passagem. Mas, segundo a Prefeitura, de janeiro a setembro, já foram gastos R$ 583 milhões, o que deixaria a administração com apenas R$ 17 milhões para os últimos três meses. Estima-se que em 2010 a passagem suba para entre R$ 2,70 e R$ 2,75.
O remanejamento de verbas publicado ontem ainda elevou o orçamento destinado à varrição de ruas e coleta de lixo em R$ 37,5 milhões. Os serviços haviam sido alvo do congelamento de receitas, o que gerou reclamação das empresas, problemas de limpeza e, por fim, o recuo do prefeito na decisão de reter as verbas.
Do JT 18/10